
O momento da execução
"Justiceiro"
Mainha havia sido preso pela última vez em 6 de maio de 2010, quando foi abordado em uma blitz no município de Maracanaú. Na ocasião, ele foi detido por porte ilegal de arma, mas acabou sendo liberado em seguido. Há quatro anos morava em Maranguape.
"Mainha não se dizia pistoleiro", narra o professor Ricardo Arruda, do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), que entrevistou Mainha e mais de 100 pistoleiros, de várias regiões do Ceará. Na boca do criminoso, as palavras as quais se identificava eram justiceiro, vingador. "Ele dizia: 'Só matei por questão de família ou para defender um amigo, um parente. Para fazer justiça'".
FONTE: JORNAL O POVO - FORTALEZA-CE